O encontro com a documentarista francesa Léa Promaja aconteceu nos dias 21, 22 e 23 de janeiro, na Biblioteca, juntando várias turmas do 9ºano e do secundário. Nestas sessões, professores e alunos tiveram ocasião de aprofundar o conhecimento sobre a Guerra Colonial, mais concretamente sobre as Madrinhas de Guerra. Falou-se da função importante que essas mulheres, a maior parte ainda adolescentes, tiveram na motivação dada aos soldados, seus afilhados, escrevendo e recebendo cartas e aerogramas. Léa Promaja explicou como encontrou em 2009, no lixo, em Lisboa aproximadamente 600 cartas quase todas rasgadas e amareladas devido ao tempo e todo o trabalho que tem tido em juntar os pedaços de modo a poder descobrir o testemunho destes noivos. Os nomes fictícios dos remetente e destinatário (Olívia e José) tem por objetivo manter o anonimato destas pessoas que quiseram partilhar essas cartas com a documentarista. Anteriormente, os alunos leram algumas cartas em aulas e inve...
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